Pastoral da Música Litúrgica

“A música litúrgica será tanto mais santa quanto mais intimamente estiver unida à ação litúrgica” (SC 112)

A música é parte integrante da liturgia e não apenas enfeite. A música será litúrgica quando nela a Igreja reconhecer sua oração, quando ela aparece para acompanhar os textos a serem cantados. Ela possui as mesmas marcas da própria liturgia, participa de sua finalidade “que é a glória de Deus e a santificação dos fiéis” Em nossa Catedral temos várias pessoas que colaboram e participam da pastoral damúsica, animando as celebrações.

Como vimos nas edições passadas temos o nosso belo coral, porém outras pessoas emprestam suas vozes e dons todos os dias. Nas missas de domingo, às 11 horas, três grupos revezam-se nas celebrações. A banda da Pastoral dos Jovens é uma delas. O grupo já participa da animação das celebrações há 4 anos, mas a formação não é a mesma do princípio. No entanto, continuam perseverando e estão de braços abertos para receberem novos jovens que quiserem participar. Eles cantam, tocam violino e violão.

Já a banda do Grupo de Oração da Catedral conta com uma grande equipe e colabora nas celebrações uma vez por mês. O grupo participa há um ano e meio e vê nos cantos uma forma de louvar e agradecer a Deus. Eles tocam teclado, violão, percussão e cantam. Também nas celebrações de domingo temos Celso Zanetti que participahá 16 anos, cantando e tocando violão.

Qualquer um de nós pode ajudar no canto litúrgico. Uma característica tão importante dentro da liturgia às vezes é esquecida e deixada de lado. A música é parte, é complemento da nossa oração dentro da missa. Deixe que ela te toque e entregue-se à sua fé.

fundamental para a liturgia. E devido a essa grande importância, a Igreja Católica acredita que o aspecto musical das celebrações deve respeitar normas e responsabilidades, sendo tudo isso uma conseqüência da formação litúrgica adequada De acordo com o Quirógrafo sobre a música litúrgica, documento escrito pelo Papa João Paulo II em 2003, “a música deve estar plenamente incorporada à ação ritual, relevando e introduzindo os fiéis no âmago do mistério celebrado”. A música então se tornou uma forma de preparar e encaminhar a comunidade para o momento da celebração.

Ela garante a maior participação na liturgia, pois atrai e facilita a integração. Por isso, o cuidado com a música litúrgica nunca foi esquecido pela Igreja. Nas últimas décadas, a Igreja discutiu idéias de renovação da música litúrgica. Acredita-se que não se deve cantar na liturgia, mas cantar a própria liturgia levando em consideração cada momento da celebração.

Isto é chamado de repertório bíblico-litúrgico, e segue algumas características como: – Os textos dos cantos deve ser tirado da Sagrada Escritura ou inspirado em fontes litúrgicas – O texto deve ser poético – Não deve faltar a dimensão comunitária,dialogal – As melodias devem ser acessíveis à grande maioria da assembléia, porém, belas e inspiradas – Devem ser evitadas melodias e trilhas sonoras de filmes e novelas – Devem ser levados em conta o tipo de celebração, o momento ritual e as características da assembléia – Deve ser seguido o tempo do ano litúrgico e suas festas

Após conhecermos um pouco sobre a música litúrgica, podemos conhecer mais pessoas que trabalham nessa parte tão importante de nossas celebrações. Nas missas de sábado às 16 horas um grupo de 12 pessoas acompanhadas de Tatiana Botaro, no órgão, são responsáveis pela animação das celebrações. Há aproximadamente sete anos, o grupo participa das missas no sábado e também se revezam na missa das segundas-feiras (acompanhados por Maria D’Apparecida), na sexta feira da misericórdia, e no dia de Nossa Senhora do Carmo, nossa padroeira.

Como vimos, aos domingos alguns grupos se dividem na missa das 11 horas e o nosso coral está presente às 19 horas. Um outro grupo é responsável pela missa das 8 da manhã. Quando perguntamos aos grupos o porquê de estarem ali, as respostas são semelhantes: “Cantamos para Jesus e para Nossa Senhora e também animamos as celebrações para que consigamos trazer cada vez mais pessoas”.

Fonte: Catedral Informa – mar/2007 e abr/2007