Sexta-Feira da Paixão
| 10 de abril de 2009 |
Senhor Jesus Cristo na Cruz
07h00 – Oficinas e Apostolado da Oração /Acolhida
08h00 – Religiosas (os) da Diocese
09h00 – Pastoral do Batismo
10h00 – Catequese
11h00 – Jovens, Comunicação e Crisma
12h00 – Pastoral da Saúde e do Dízimo
13h00 – Grupo de Oração
14h00 – Pastoral Familiar e Mov. de Apoio às Famílias Carentes
Celebração da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo e Adoração da Cruz: 15h
A Igreja exorta os fiéis a que, no dia em que se recorda a morte de Cristo, observem alguns sinais de penitência como o jejum e a abstinência. Exercícios piedosos, como a Via Sacra e o Rosário, são recomendados.
Na Sexta-feira da Paixão os cristãos lembram o julgamento, a crucificação, a morte e a sepultura de Jesus Cristo. Esse é o único dia do ano em que não se celebra Missa em nenhum lugar do mundo, pois se Cristo está morto, não há consagração. A celebração é um pouco parecida com a Missa na estrutura, mas difere essencialmente por não ter a Oração Eucarística.
A celebração da morte do Senhor consiste na adoração de Cristo crucificado no lenho da cruz, precedida pela liturgia da Palavra e seguida pela comunhão eucarística dos participantes, que tomam o pão consagrado na Quinta-Feira Santa. O altar é iluminado sem mantel, sem cruz, sem velas ou adornos. O celebrante se prostra no chão, frente ao altar no começo da cerimônia, simbolizando a humanidade rebaixada, oprimida e penitente, que implora perdão por seus pecados. Os paramentos litúrgicos vermelhos são da cor do sangue derramado.
Procissão do Senhor Morto: 19h
A procissão não faz parte da liturgia obrigatória da Semana Santa, mas já se tornou tradição e devoção popular. Por ela, leva-se para as ruas a veneração da cruz, símbolo da salvação, e pretende-se dar expressão concreta à adoração de Cristo crucificado.
A imagem do Senhor Morto é carregada em andor e, em oração, acompanhada em procissão pelas pessoas.
Também acompanha o cortejo a figura de Maria, Mãe de Jesus, caracterizada como a Senhora das Dores. Pode-se representar também Maria Madalena e Verônica, a mulher que teria enxugado o rosto ensaguentado de Cristo.
